But It's Not Google?
A revista Business Week publicou recentemente uma nota em que detalha o processo de criação do nome do novo buscador Bing, recém-lançado pela Microsoft para concorrer com o Google. É um exemplo claro do valor que as grandes corporações à escolha do nome para um novo produto.
O esforço começou em 2007 quando a empresa resolveu que iria aposentar o nome Live Search de seu serviço de buscas. Na época, a Microsoft encarregou a consultoria Interbrand, especializada em construção de marcas, da missão de encontrar um substituto.
Em um primeiro momento, a consultoria colocou oito pessoas trabalhando no processo. Basicamente, elas tinham que reunir o máximo possível de palavras associadas a duas idéias: relevância e velocidade. Depois de seis semanas de brainstorm elas fecharam uma lista de 2 000 palavras. No primeiro processo de seleção foram eliminadas palavras pouco chamativas e que fossem difíceis de digitar. Com isso, 1 400 nomes foram cortados.
Em uma nova etapa, a Interbrand contratou dois advogados e 20 linguistas que se dedicaram a identificar na lista palavras que já fossem usadas por outras empresas ou tivessem significado agressivo em alguma língua do planeta. A partir daí, a lista foi reduzida a 50 palavras que foram mostradas à Microsoft.
A empresa escolheu então oito palavras que foram submetidas a pesquisas com usuários - entre elas estavam Kumo (aranha, em japonês) e Hook (anzol, em inglês). A escolha recaiu sobre Bing, em parte porque em muitas línguas ela é bem próxima da idéia expressada pela interjeição Aha!. Mesmo com toda essa operação , o nome não escapou de ser alvo de piadas. Segundo alguns blogueiros americanos, Bing, na verdade, é uma sigla para But It's Not Google (Mas não é o Google).
O esforço começou em 2007 quando a empresa resolveu que iria aposentar o nome Live Search de seu serviço de buscas. Na época, a Microsoft encarregou a consultoria Interbrand, especializada em construção de marcas, da missão de encontrar um substituto.
Em um primeiro momento, a consultoria colocou oito pessoas trabalhando no processo. Basicamente, elas tinham que reunir o máximo possível de palavras associadas a duas idéias: relevância e velocidade. Depois de seis semanas de brainstorm elas fecharam uma lista de 2 000 palavras. No primeiro processo de seleção foram eliminadas palavras pouco chamativas e que fossem difíceis de digitar. Com isso, 1 400 nomes foram cortados.
Em uma nova etapa, a Interbrand contratou dois advogados e 20 linguistas que se dedicaram a identificar na lista palavras que já fossem usadas por outras empresas ou tivessem significado agressivo em alguma língua do planeta. A partir daí, a lista foi reduzida a 50 palavras que foram mostradas à Microsoft.
A empresa escolheu então oito palavras que foram submetidas a pesquisas com usuários - entre elas estavam Kumo (aranha, em japonês) e Hook (anzol, em inglês). A escolha recaiu sobre Bing, em parte porque em muitas línguas ela é bem próxima da idéia expressada pela interjeição Aha!. Mesmo com toda essa operação , o nome não escapou de ser alvo de piadas. Segundo alguns blogueiros americanos, Bing, na verdade, é uma sigla para But It's Not Google (Mas não é o Google).
Fonte: Portal exame

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